06 de Dezembro de 2016

Segurança e tranquilidade para os pais

Pais comentam sobre a experiência de ter filhos estudando no Colégio Soka do Brasil

Paulo e Roselaine têm 4 filhos no Colégio Soka

Norman é pai de Julia do 6º ano

A busca por uma escola é uma tarefa que requer paciência e persistência. Pais bem informados e determinados a dar o melhor aos filhos enfrentam verdadeiras maratonas até encontrarem um local em que sintam-se satisfeitos e seguros. O que não é fácil. Escolas particulares são centenas na capital paulista e encontrar a que se adeque perfeitamente aos anseios de pais rigorosos e preocupados é tarefa hercúlea. O BSGI Newsletter entrevistou alguns pais de alunos de anos diversos para entender o que a escola oferece de diferencial a estes genitores.


Um dos fatores bastante elogiado pelos entrevistados é o contato estreito e aberto dos pais com a escola. Elisa e Emerson Assami são os pais de Mariana Akemi, do 1º ano. Ambos são evangélicos e buscavam, em primeiro lugar, uma escola que não tivesse a imposição de um ensino religioso. “Muitas escolas da região têm o ensino religioso como base e nós não queríamos isso para a nossa filha”, conta Emerson. Aluna desde o Ensino Infantil, Mariana já expressou aos pais que deseja cursar faculdade no Japão, na Universidade Soka, instituição-mãe localizada na cidade de Hachioji, estado de Tóquio, fundada em 1975. “Embora seja uma Escola de base budista, aqui não se impõe a religião, mas os valores que ensinam a tornam tão singular”, explicou Emerson.


Quando convidados a participar desta entrevista, o casal fez questão de participar juntos para deixar clara sua admiração pelo Colégio Soka. “Muitas escolas têm uma obsessão por vestibular e se esquecem da essência que é a formação do ser humano!”, argumentou Elisa.


“Nossa família é fruto do Colégio Soka!”, enfatizou Paulo Moraes, pai de Beatriz (9º ano) e Guilherme (ex-aluno, já formado). É ainda padrasto de Igor (9º ano) cuja mãe Roselaine é sua esposa. Ambos são pais da pequena Bárbara, que cursa o Maternal II. Eles se conheceram por intermédio das reuniões de pais e uma ajuda “mais que bem vinda” de seus filhos, Beatriz e Igor, que estudavam na mesma sala. Paulo e Roselaine enviuvaram jovens e seguiram suas vidas até que os filhos armassem um “encontro casual”. Seguiu-se um breve namoro e o casamento, para a alegria dos três filhos. Algum tempo depois chegou a pequena Bárbara que consolidou e fortaleceu a união. “Fiquei muito preocupada em matriculá-la na Escola pois ela não falava ainda. Mas, com o apoio e atenção dos professores a adaptação se deu suavemente e ela hoje já fala praticamente tudo e gosta muito da Escola”, conta Roselaine.


Para a Luciana Sunagawa, mãe de Alice (Jardim I) e Sofia (4º ano), o Colégio Soka é um feliz reencontro de amigas que se conhecem há 25 anos. “Todas nos conhecemos nas atividades da BSGI do Núcleo de Jovens e hoje, casadas, nos vemos diariamente no portão levando ou buscando os filhos e nas reuniões de pais”, confessa Luciana. Se diz uma mãe “chata”, que “pega no pé”, e “quer saber das coisas”. Mas também é apaixonada pelo ensino de valores e vê nitidamente a diferença das filhas e os filhos dos conhecidos que estudam em outras escolas. Tanto que uma amiga de outra religião, incentivada por ela, foi conhecer o Colégio e já matriculou seu filho para o próximo ano. “Sou fã!”, exclama.


Já para Norman Wilson Junior, a escola mudou sua vida. É o pai de Julia (6° ano) que estuda no Colégio Soka desde o Infantil. “Quando chegou a hora de por a Julia na escola fui visitar todos os colégios da região e nenhum me encantou ou me deu segurança”, conta Norman. Uma amiga e vizinha de prédio lhe indicou o Colégio Soka e ele foi conferir. “Quando eu imaginava uma escola com o nome Soka, pensei que noventa por cento dos professores seriam japoneses. Quando a porta da sala abriu saiu uma negra linda, com um sorriso impressionante!”, exclamou um extasiado Norman. A professora Andrea Colombo Ferreira, convidou-o a conhecer as instalações enquanto as crianças puxaram Julia pela mão e a convidaram a sentar-se no sofá feito de embalagens tetrapack confeccionado por elas.


“Aí me ganhou pra sempre!”, conta. Os valores que encontrou na instituição eram os mesmos que ele sempre professara toda a sua vida e por isso sentiu o desejo de conhecer a base filosófica que dá sustentação ao Colégio: o budismo de Nichiren Daishonin. E ao conhecer, encantou-se novamente e decidiu se tornar membro da BSGI e, por consequência, budista. “Nunca ninguém me impôs nada. Fui de curioso que sou e me apaixonei. E isso mudou a minha vida! Sou grato ao Colégio, à BSGI e ao presidente da SGI, dr. Daisaku Ikeda por ter fundado estas Escolas tão significativas para os nossos filhos”, finaliza o pai de Julia.

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