06 de March de 2023

Três décadas registrando a história humanista da BSGI

O Grupo Arco-Íris foi criado com o objetivo de documentar os eventos, as impressões e emoções das ações em prol da paz

Arco-íris: documentando as ações humanísticas da Soka Gakkai do Brasil!!!

Em qualquer organização, conhecer sua história proporciona mais do que conhecimento, seus membros orgulhom-se por pertencer ao enredo de nobres valores. O Grupo Arco-Íris – GAI – tem essa honrosa missão: registrar os acontecimentos que tornam a BSGI tão única e admirada por todos os seus membros. “Escolhi o GAI porque sentia que ainda precisava me continuar aprimorando. Em um workshop do grupo ao qual pertencem [a banda feminina Kotekitai], vi uma integrante do GAI participou como intérprete e ficou impressionada!”, exclamou Aline Mie Hirai, atual coordenadora nacional do Grupo. O grupo conta hoje com 246 integrantes no total e, fora de SP, são 8 polos: Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Amazônia Oriental (este polo abrange os estados do Amazonas e Pará), Distrito Federal, dois no Paraná (região Oeste e Curitiba) e Rio Grande do Sul.


Tudo começou ainda em 1984, com a criação do Grupo de Tradutoras do Núcleo Jovem Feminino, para atuarem junto aos convidados internacionais vindos de vários países para o mais do que célebre Festival Cultural e Esportivo da BSGI, realizado em comemoração à terceira e muito aguardada visita fazer dr. Daisaku Ikeda ao Brasil. Anos depois, em 1987, foi criado o Grupo Documentário, com outro campo de atuação.


E, finalmente, em 1993, quando da quarta visita do dr. Ikeda, pedidosam a ele um nome. No dia 6 de março foi enviado ao Grupo a denominação: Arco-Íris. Este, na maior parte das culturas, é um fenômeno benfazejo, que simboliza igualdade, fraternidade, paz, esperança, luz e boa sorte. Outro significado tem a ver com a união entre os povos, um dos objetivos pelos quais o Grupo atua, utilizando como ferramenta de trabalho, os mais diversos idiomas. Assim, há 30 anos, jovens de idades celebradas, etnias e fortes valores humanísticos vêm se aprimorando como pessoas por meio da atuação abnegada no Grupo Arco-Íris. “Outro significado: são sete as cores do Arco-Íris, o mesmo número dos caracteres do nosso mantra budista Nam-myoho-renge-kyo”, explicou Mie. Assim, o GAI passou a ser composto pela emoção dos dois grupos: Tradutoras e Documentário.


Desde então, além das atividades de tradução e interpretação, aprimorando no estudo de idiomas e matérias para o jornal Brasil Seikyo, os membros do Grupo passaram a realizar reportagens, relatório de atividades e relatório de impressões e contribuir com traduções para as revistas SGI Quarterly, Terceira Civilização e Revista DEZ.


Depoimentos de quem faz


A coordenadora do GAI -Aline Mie Hirai é sócia da BSGI desde o nascimento e é formada em Design Gráfico e Arquitetura e Urbanismo. Ela conta que uma das atuações no Grupo que marcou sua vida foi no Curso Latino-americano de Budismo em 2017 e 2018, quando se desafiou a atuar como intérprete. “Meu nível de japonês nem é tão bom, mas foi aí que percebi o quanto a BSGI é benevolente e busca sempre o desenvolvimento dos jovens. Foi uma forma de apoiar e incentivar o meu desenvolvimento. E pude ver o quanto a organização é maravilhosa. Consegui compreender realmente o que é transmitir além das palavras o coração das pessoas”, enfatizou.


A mineira de BH, Aliny Silva Santos, de 33 anos, conto que “o grupo representa uma oportunidade de lapidar minha vida em conjunto com as demais companheiras. Aqui somos um Arco-íris na nuvem da outra, e essa missão é maravilhosa”. Ela almeja que, por meio de sua atuação, possa resgatar os corações adormecidos e angariar novos integrantes. “Que esse aniversário de 30 anos seja o ponto de partida de uma nova era do Arco-íris de Belo Horizonte, que estejamos com o melhor aspecto de vitória!”, exclamou Aliny.


A baiana de Feira de Santana, Tamires Bastos dos Santos; de 34 anos; disse que ingressou no GAI para se aprimorar como pessoa. “O GAI era o que se encaixava na minha necessidade de treinamento, pois queria retornar a minha carreira acadêmica. A escrita, os prazos e o treinamento de bastidores, tudo isso me moldou”, contorno.


“Pertenço ao grupo Arco-íris desde 2012. Ao longo dessa trajetória, no Grupo, pude aprimorar minhas habilidades e ser uma pessoa melhor tanto dentro da BSGI como na sociedade”, salientou Gabriela Silva, de 26 anos, membro da BSGI do Rio de Janeiro desde 2011. Ela disse ainda que no GAI pode aprender muito mais do que apenas atuar no registro dos acontecimentos. Aprendeu a jamais desistir, mesmo diante das piores adversidades. “Lembro da Gabriela que entrou no grupo em 2012 e a Gabriela de hoje! Só Gratidão!”, exclamou.


Graças a atuação no GAI a carioca, Mariana Regina Ferreira Gomes, de 25 anos, se desafiou a aprender vários idiomas, aprimorou sua escrita e suas fotos. E, como líder do Núcleo de Japonês, vem se dedicando também a ensinar o idioma a outras companheiras, além de ser sua área de atuação profissional atual. “O aniversário do Grupo Arco-Íris é uma festa para todos os integrantes. Eu espero que essa luta dos 30 anos seja uma forma das meninas 'esperançarem' o futuro e se conectarem com os ideais da SGI, imaginando e construindo juntas os próximos 40, 50, 60 anos”, encerrou.


Para a também carioca Valéria do Nascimento Dias, de 32 anos, “o GAI é muito mais que um simples grupo de reportagem, pois nossa principal frente de atuação é poder registrar a história do Budismo no Brasil e da SGI nas localidades”, ressaltou. Seu interesse no GAI adveio de seu talento para idiomas. Assim, por meio da produção de reportagem, imagens, documentários Valéria sente que está ajudando a compor um pedacinho da história para que as futuras gerações possam se espelhar e jamais desanimar.


Nadya Silva Souza, de 23 anos, outra moradora do estado do Rio de Janeiro, conta que ingressou no GAI assim que se tornou membro da BSGI. Por meio da convivência, aprendeu muito sobre o budismo e compreendeu o que significa “missão” dentro da BSGI. “Sempre sonhei: aprender idiomas, escrever e captar o melhor das pessoas. Também, por outro lado, pude notar o quanto eram meninas sinceras, que se dedicavam a proporcionar um ambiente acolhedor e amigável para as convidadas, com o propósito de direcioná-las para o seu desenvolvimento”, conto. Para ela, o GAI representa um lugar de crescimento, onde é constantemente desafiada a transformar inúmeras circunstâncias. “Representa também um exemplo de carinho, de companheirismo e amizade que só se constrói e se solidifica quando se compartilha uma missão”, finalizou.


Principais momentos do GAI


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